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    <title>Pontos de Vistas</title>
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      <title>Pontos de Vistas</title>
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        <title>Suspensa [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20200516195423_29a01095.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;Segura por três postes metálicos, esta gigantesca rede de 42 metros de diâmetro movimenta-se ao sabor do vento, imitando o movimento das anémonas. É uma escultura em constante mutação e, por isso, a artista que a criou, Janet Echelman, deu-lhe o nome de «She changes» (Ela move-se). Mas nós, o povo, que por vezes gostamos de ser do contra, tratamo-la por &quot;Anémona&quot;. A escultura já possui cerca de 15 anos, mas entretanto uns energúmenos decidiram destruir o sistema de iluminação nocturna, o que causou um prejuízo de 20 000€ em danos. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2020-05-25 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2020-05-25]
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        <pubDate>Thu, 01 Oct 2026 18:01 +0000</pubDate>
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        <title>Relações [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
        <link>https://www.pontosdevistas.net/pv/?showimage=3908</link>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20200704183600_m_a920057.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;Tenho relações ou tenho ralações? Sim, não é para brincar com a palavra, é para examinar a qualidade das nossas relações. Se são humanas e construtivas, podem trazer sofrimento e cuidado, mas fazem crescer. Mas se as nossas relações são egoístas e enganadoras, então não só trazem ralações, como são elas próprias ralações, destruições mútuas e transmissíveis. Nós somos o que forem as nossas relações. Texto «Relações ou Ralações» de Vasco Pinto de Magalhães, in &quot;Não Há Soluções, Há Caminhos&quot;. Fotografia tirada pela máquina analógica Pentax P30 e com um rolo Kodak Gold - ISO 200, expirado em Maio de 2018 (1 ano e 2 meses antes da fotografia ter sido tirada). Distância focal: 50mm &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2020-07-11 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2020-07-11]
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        <pubDate>Thu, 01 Oct 2026 08:48 +0000</pubDate>
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        <title>Talento para a meteorologia</title>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20260927102758_o5a09243.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;Diz o povo que, quando os caracóis começam a subir pelas paredes e pelos muros, é sinal de que vem chuva. E, pelos vistos, estas pequenas criaturas de casa à costas, talvez tenham mesmo algum talento para a meteorologia. A explicação está na humidade. Os caracóis precisam de ambientes húmidos para evitar perder água através do corpo. Quando a humidade do ar aumenta, muitas vezes antes ou durante a chegada de chuva, o ambiente torna-se mais favorável à sua actividade. O solo e as superfícies ficam também mais húmidos, permitindo-lhes deslocar-se com maior facilidade. É por isso que, antes de uma chuvada, podemos vê-los sair dos seus esconderijos e aventurarem-se pelas paredes, muros e outras superfícies. Não é que saibam exactamente que vai chover; simplesmente sentem as condições que frequentemente acompanham a chuva.
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        <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 23:35 +0000</pubDate>
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        <title>Cordel da água [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20200516195336_aaak0493.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;A água em movimento A nossa água de beber Água cristalina na fonte O amorágua faz correr Água pura e cristalina Água de noite-amanhecer Usar a água sem abuso Saber a água preservar Fontes, nascentes, riachos Nossos rios formam o mar Preserve a mãe natureza Conjugue o verbo aguar Água – Mulher, mulherágua Para viver tem que aguar Terrágua, Planeterrágua Fogo, terra, água e ar Água germina a vida Água faz a vida brotar Educação para água Água a nos educar Água que irriga a terra Que umedece o ar Água amolece a pedra Água que nos faz sonhar Água é vida, consciência A flor da vivacidade A água irriga o ser Lacrimeja a saudade Água que a gente bebe Água nos dá a vitalidade Excerto do poema «Cordel da Água» de Gustavo Dourado, in &quot;8.º Fórum Mundial da Água&quot;. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2020-05-24 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2020-05-24]
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        <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 14:23 +0000</pubDate>
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        <title>Regular o relógio [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
        <link>https://www.pontosdevistas.net/pv/?showimage=3907</link>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20200704183517_aaaq0203.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;Não vou estar aqui a divagar se comer doces ou geleias de fruta faz bem ou faz mal à saúde. Mas se as comermos, vou dizer em que altura do dia é que não o devemos fazer. Um grupo de cientistas dos EUA e Espanha, identificaram a existência de um &quot;relógio&quot; celular nos tecidos adiposos que afeta diretamente a tolerância à glicose e reforça a tese de que não se deve comer doces à noite, quando o corpo tem mínima sensibilidade à insulina. Segundo o estudo, o tal &quot;relógio&quot; regula a sensibilidade à insulina e funciona muito melhor nas pessoas que se deitam cedo e dormem mais horas do que naquelas com déficit de sono ou horários irregulares. Comer doces à noite aumenta ainda mais o risco de sofrer de diabetes e obesidade, embora esse problema poderá ser amenizado com um número suficiente de horas de sono por dia, que no caso dos adultos será pelo menos sete horas. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2020-07-10 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2020-07-10]
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        <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 05:10 +0000</pubDate>
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        <title>Grãos genéticos</title>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20260927102708_aabd0075.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;O pólen existe porque as plantas, apesar de não terem pernas, asas ou acesso ao Tinder, também precisam de se reproduzir. E encontraram uma solução engenhosa: produzir pequenos grãos que transportam o material genético masculino de uma flor para outra. O vento, as abelhas e outros insectos fazem o resto do trabalho. Funcionam como uma espécie de serviço de entregas. E por que razão é pólen e não outra substância qualquer? Porque a evolução descobriu que estes minúsculos grãos são leves, resistentes e fáceis de transportar. Não havia necessidade de inventar uma outra «substância floral premium» quando o pólen já fazia perfeitamente o serviço.
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        <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 19:58 +0000</pubDate>
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        <title>Repelente natural [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
        <link>https://www.pontosdevistas.net/pv/?showimage=3865</link>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20200516195244_aaah0009.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;Ter cravos no jardim, devido ao seu perfume forte e característico (mas existem cultivares sem cheiro), funciona como um repelente natural contra os insectos, principalmente contra as formigas. O craveiro é uma planta herbácea perene que atinge no máximo um metro de altura. Apresenta folhas verde-acinzentadas e flores de várias cores. Devem ser cultivados a pleno sol ou meia-sombra, em solo fértil composto de terra de jardim e terra vegetal bem drenável. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2020-05-23 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2020-05-23]
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        <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 10:45 +0000</pubDate>
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        <title>Quatro em um [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20200704183431_aabu0091.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;Praia do Molhe Norte, Praia da Claridade, Praia do Alto do Viso e Praia de Buarcos, todas essas praias são, umas mais outras menos, visíveis nesta fotografia do extenso areal urbano da Figueira da Foz. A Praia do Molhe Norte, também conhecida por Praia dos Tesos, é a faixa mais a Sul da Praia da Claridade. Pertence à foz do Rio Mondego pela margem norte. A Praia da Claridade celebrizou-se no século XIX, quando o grande desenvolvimento da Figueira da Foz e as condições naturais da paisagem atraíam banhistas de todo o país. A Praia Alto do Viso é a faixa de areal central delimitada por dois cursos de água: a norte, pela Ribeira da Várzea; a sul, por um pequeno ribeiro no qual foi construída uma estrutura conhecida por &quot;Oásis&quot;. A Praia de Buarcos é a praia mais a norte deste enorme areal urbano. Das quatro praias, é principalmente frequentada por desportistas náuticos. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2020-07-09 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2020-07-09]
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        <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 01:33 +0000</pubDate>
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        <title>Avaliar a saúde</title>
        <link>https://www.pontosdevistas.net/pv/?showimage=5773</link>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20260927102615_aack0199.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;Todo o português conhece o provérbio: De Espanha, nem bom vento, nem bom casamento. O rio Tejo é sujeito a um pequeno exame. Recolhem-se amostras da água que chega de Espanha para perceber se o rio vem de boa saúde. Os rios não reconhecem fronteiras e a água, não apresenta passaporte à entrada. O processo ganha ainda mais interesse quando sabemos que, a uns 100 quilómetros, do outro lado da fronteira, existe uma central nuclear, que é refrigerada com a água do rio Tejo. Analisar a qualidade da água não é apenas uma questão de números e de laboratórios. É também uma forma de garantir que o Tejo continua a ser rio, e não uma experiência científica em movimento. E, nestas coisas, mais vale encontrar apenas água... do que outras surpresas. Vila Velha de Ródão
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        <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 16:20 +0000</pubDate>
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        <title>Quiosque da Ramadinha [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
        <link>https://www.pontosdevistas.net/pv/?showimage=3864</link>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20200516195204_m_a810031.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;No passado dia 8 de Maio, o Grifo Planante voou e deu-nos a conhecer um pouco do quiosque no Largo de Mompilher, no Porto. Hoje eu mostro um outro quiosque dessa mesma cidade, conhecido como Quiosque da Ramadinha. Foi originalmente edificado no antigo Largo de Santo André (que hoje em dia é conhecido por Praça dos Poveiros). Já não se sabe a data exacta da sua construção, mas é sabido que em 1930 estava em funcionamento.  Em 1948 foi deslocado um bocadinho mais para o lado, para o largo da Ramadinha, sendo esse o nome pelo qual passou a ser conhecido. Actualmente, desde 2006, está implantado na Praça Carlos Alberto, frente ao Palacete dos Viscondes de Balsemão. Fotografia tirada pela máquina analógica Pentax P30 e com um rolo Agfaphoto Vista Plus 200 - ISO 200. Distância focal: 50mm &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2020-05-21 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2020-05-21]
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        <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 07:08 +0000</pubDate>
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        <title>Insectus [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
        <link>https://www.pontosdevistas.net/pv/?showimage=3905</link>
        <description>
	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20200704183351_aabi0261.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;O termo insecto deriva do latim insectus que, por sua vez, deriva do verbo insecare, com o significado de &quot;cortar&quot;, &quot;fazer uma incisão&quot;. A origem etimológica do conceito está relacionada com as marcas que os insectos apresentam no corpo e que se assemelham a incisões. Em biologia, um insecto é um artrópode que tem o corpo dividido em cabeça, tórax e abdómen. Os insectos, que experimentam uma metamorfose durante o seu desenvolvimento, dispõem de um par de antenas, de um ou dois pares de asas e de três pares de patas. São o grupo de animais mais diversificado do planeta, com cerca de um milhão de espécies conhecidas e entre seis e trinta milhões de espécies ainda não descritas. Se as estimativas forem precisas, os insectos representariam mais de 90% das formas de vida da Terra. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2020-07-08 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2020-07-08]
	</description>
        <pubDate>Sun, 27 Sep 2026 21:55 +0000</pubDate>
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        <title>Conversar com o tempo</title>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20260927102530_aaa00347.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;Mértola é daquelas terras que parecem ter sido desenhadas para conversar com o tempo. Lá em cima, o castelo vigia a paisagem; lá em baixo, o rio Guadiana serpenteia com a calma de quem não tem horários. Entre ruas de casas brancas, histórias antigas e o calor alentejano, Mértola guarda uma relação especial com o rio. O Guadiana segue viagem, sem pressas. Mértola fica. E nós, quando por lá passamos, ficamos com a sensação de que talvez o rio saiba alguma coisa que ainda não aprendemos completamente: que a vida corre melhor quando não temos tanta pressa. Mértola
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        <pubDate>Sun, 27 Sep 2026 12:43 +0000</pubDate>
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        <title>Filamento [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
        <link>https://www.pontosdevistas.net/pv/?showimage=3863</link>
        <description>
	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20200516195116_aabc0192.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;O funcionamento da lâmpada incandescente consiste na passagem de uma corrente elétrica por um filamento em forma de espiral. O filamento encontra-se dentro de um recipiente de vidro que contém um gás inerte ou vácuo, por forma a evitar que pegue fogo, pois a passagem da corrente elétrica por esse filamento provoca calor, cuja temperatura pode chegar a 3000° C. Devido ao alto valor da temperatura, o fio passa a brilhar, gerando a luz. Em termos históricos e de louvor, Thomas Edison tem o mérito de ter inventado a lâmpada incandescente. Mas na verdade não foi bem assim, porque antes dele, mais de vinte cientistas e inventores deram passos fundamentais para se conseguir transformar energia em luz. Em boa verdade, as lâmpadas já existiam antes de Thomas Edison. O grande contributo de Thomas Edison, foi ter descoberto melhores ligas metálicas que resistissem a grandes temperaturas. E com essa descoberta conseguiu transformar a lâmpada em algo comercial, pois os filamentos anteriores, na melhor das hipóteses, duravam apenas algumas horas. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2020-05-20 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2020-05-20]
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        <pubDate>Sun, 27 Sep 2026 03:30 +0000</pubDate>
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        <title>Assim se faz [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
        <link>https://www.pontosdevistas.net/pv/?showimage=3904</link>
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	&lt;br /&gt;Ingredientes: 70% de areia, 14% de sódio, 14% de cálcio e 2% de outros componentes químicos. Preparação: Misturar tudo e meter num forno que atinja a calorosa temperatura de 1500 ºC. Deixar no forno algumas horas, até que a mistura se funda e passe a estar num estado meio líquido. Ao sair do forno, a mistura é uma espécie de lava. Ela escorre por pequenos canais em direção a um conjunto de moldes. O primeiro molde serve apenas para dar o contorno inicial do objecto e permitir criar uma bola de ar no interior. A esta altura, a tal “lava” estará a cerca de 1200 ºC. Dependendo do tipo de objecto que se está a criar, poderá passar por diversos moldes, mas no molde final, uma espécie de canudo é inserido na tal bolha de ar criada no pelo primeiro molde. Pelo canudo, uma máquina injeta ar, moldando o líquido até ele ganhar o contorno definitivo – como o de uma garrafa de vidro. No final do processo, a temperatura do vidro já caiu para uns 600 ºC e o objecto começa a ficar rígido, altura em que poderá ser retirado do molde. E assim se faz um objecto de vidro de produção industrial.  &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2020-07-06 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2020-07-06]
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        <pubDate>Sat, 26 Sep 2026 18:18 +0000</pubDate>
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        <title>Solenidade quase futurista</title>
        <link>https://www.pontosdevistas.net/pv/?showimage=5771</link>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20260912153244_m_b03066.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;Há uma solenidade quase futurista nesta composição: linhas limpas, curvas arrojadas e colunas de betão a apontar para o infinito. Mas a verdadeira estrela da fotografia é, sem dúvida, a química do filme analógico. Aqueles rastos que atravessam a imagem de alto a baixo não é um fenómeno divino nem uma nave espacial. É apenas o resultado de uma gota de químico que decidiu deixar a sua assinatura. Os saudosistas chamariam a isto de «textura orgânica» ou «magia do processo». Já eu, chamei nomes feios quando viu o resultado. Mas é precisamente estes contratempos torna a fotografia analógica tão fascinante. Num mundo digital onde tudo pode ser corrigido, há qualquer coisa de deliciosamente aleatório em deixar a química ter a última palavra. E, pelos vistos, muitas ela também gosta de deixar a sua opinião. Fotografia feita pela máquina analógica Pentax P30 e com um rolo Fomapan 200 (preto e branco) - ISO 200. Distância focal: 50mm Lisboa
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        <pubDate>Sat, 26 Sep 2026 09:05 +0000</pubDate>
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        <title>Os velhos são os verdadeiros rebeldes [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
        <link>https://www.pontosdevistas.net/pv/?showimage=3862</link>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20200516195032_m_a910056.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;Os velhos são os verdadeiros rebeldes. Os jovens, por muiro rasgados que estejam os blusões de cabedal, querem sempre conformar-se com qualquer coisa. Querem fazer parte dum movimento. Querem fazer parte de uma revolução ou de uma comunidade. Os velhos só querem fazer partes. De preferência gagas. Os velhos não têm nada a perder. Podem dizer e fazer o que lhes apetece. É por isso que os velhos, mais do que os novos, dizem quase sempre a verdade. Nós é que podemos não querer ouvi-la. Há-de reparar-se que aquilo que os velhos dizem é que «a vida é uma chatice». Nós dizemos que eles estão senis. Mas eles é que têm razão. Texto de Miguel Esteves Cardoso, in &quot;As Minhas Aventuras na República Portuguesa&quot;. Fotografia tirada pela máquina analógica Praktica MTL 5 e com um rolo AGFA Optima II Prestige - 100, expirado em Dezembro de 2003 (15 anos e 2 meses antes da fotografia ter sido tirada). Distância focal: 28mm &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2020-05-19 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2020-05-19]
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        <pubDate>Fri, 25 Sep 2026 23:52 +0000</pubDate>
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        <title>Avizinhar-se do silêncio [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
        <link>https://www.pontosdevistas.net/pv/?showimage=3903</link>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20200627164054_m_a7100039.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;Creio que é absolutamente urgente revisitarmos com outro apreço os territórios dos nossos silêncios e fazermos deles lugares de troca, de diálogos, de encontros. O silêncio é um instrumento de construção, é uma lente, uma alavanca. As nossas sociedades investem tanto na construção de competências na ordem da palavra (e pensemos como a escolarização está ao serviço da capacitação dos indivíduos em ordem a um funcionamento eficaz com a palavra) e tão pouco nas competências que operam com o silêncio! Somos analfabetos do silêncio e esse é um dos motivos por que não encontramos paz. O silêncio é um traço de união mais frequente do que se imagina, e mais fecundo do que se julga. O silêncio tem tudo para se tornar um saber partilhado sobre o essencial. Mas para isso precisamos de uma iniciação ao silêncio, que é o mesmo que dizer uma iniciação à arte de escutar. Numa cultura de avalanche como a nossa, a verdadeira escuta só pode configurar-se como uma re-signifícação do silêncio, um recuo crítico perante o frenesim das palavras e das mensagens que a todo o minuto pretendem aprisionar-nos. A arte da escuta é, por isso, um exercício necessário de resistência. Texto «Avizinhar-se do Silêncio» de José Tolentino Mendonça, in &quot;O Pequeno Caminho das Grandes Perguntas&quot;. Fotografia tirada pela máquina analógica Pentax P30 e com um rolo Fujifilm Superia - ISO 200, expirado em Novembro de 2013 (4 anos e 7 meses antes da fotografia ter sido tirada). Distância focal: 50mm &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2020-07-05 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2020-07-05]
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        <pubDate>Fri, 25 Sep 2026 14:40 +0000</pubDate>
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        <title>Relação de amor</title>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20260912153157_70a3c093.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;Há uma curiosa relação de amor entre o filme analógico e o pó. Assim que o rolo é revelado, parece que o filme passa a ser oficialmente um íman para partículas de pó. Podemos limpar o negativo com todo o cuidado do mundo. Soprar, escovar, voltar a limpar... e, cinco segundos depois, lá está outro pontinho, instalado como se tivesse pago renda. No mundo analógico, revelar uma fotografia é também descobrir que o pó tem uma pontaria extraordinária para aparecer exactamente onde não devia.
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        <pubDate>Fri, 25 Sep 2026 05:27 +0000</pubDate>
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        <title>Vida, a escada [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
        <link>https://www.pontosdevistas.net/pv/?showimage=3861</link>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20200509165200_aack0333.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;Os anos são degraus, a Vida a escada. Longa ou curta, só Deus pode medi-la. E a Porta, a grande Porta desejada, só Deus pode fechá-la, pode abri-la. São vários os degraus; alguns sombrios, outros ao sol, na plena luz dos astros, com asas de anjos, harpas celestiais. Alguns, quilhas e mastros nas mãos dos vendavais. Mas tudo são degraus; tudo é fugir à humana condição. Degrau após degrau, tudo é lenta ascensão. Senhor, como é possível a descrença, imaginar, sequer, que ao fim da Estrada, se encontre após esta ansiedade imensa uma porta fechada e mais nada? Poema «Os Anos são Degraus» de Fernanda de Castro, in &quot;Asa do Espaço&quot;. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2020-05-18 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2020-05-18]
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        <pubDate>Thu, 24 Sep 2026 20:15 +0000</pubDate>
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        <title>Tudo é nada sem outra coisa que não é [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
        <link>https://www.pontosdevistas.net/pv/?showimage=3902</link>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20200627163905_aaa10288.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;O quê? Valho mais que uma flor Porque ela não sabe que tem cor e eu sei, Porque ela não sabe que tem perfume e eu sei, Porque ela não tem consciência de mim e eu tenho consciência dela? Mas o que tem uma coisa com a outra Para que seja superior ou inferior a ela? Sim tenho consciência da planta e ela não a tem de mim. Mas se a forma da consciência é ter consciência, que há nisso? A planta, se falasse, podia dizer-me: E o teu perfume? Podia dizer-me: Tu tens consciência porque ter consciência é uma qualidade humana E só não tenho uma porque sou flor senão seria homem. Tenho perfume e tu não tens, porque sou flor... Mas para que me comparo com uma flor, se eu sou eu E a flor é a flor? Ah, não comparemos coisa nenhuma, olhemos. Deixemos análises, metáforas, símiles. Comparar uma coisa com outra é esquecer essa coisa. Nenhuma coisa lembra outra se repararmos para ela. Cada coisa só lembra o que é E só é o que nada mais é. Separa-a de todas as outras o facto de que é ela. (Tudo é nada sem outra coisa que não é). Poema «O quê? Valho Mais que uma Flor» de Alberto Caeiro, heterónimo de Fernando Pessoa, in &quot;Poemas Inconjuntos&quot;. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2020-07-04 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2020-07-04]
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        <pubDate>Thu, 24 Sep 2026 11:02 +0000</pubDate>
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