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A felicidade é como a saúde: se não sentes a falta dela, significa que ela existe.

Rigidez duma terra agreste Anterior Seguinte

Rigidez duma terra agreste

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  Paisagens Landscapes    Nikon D90  

A terra onde nasci, tem céu azul-celeste
Com estrelas dependuradas no zimbório
E tem na rigidez duma terra agreste,
A imaginação dum templo evocatório.

Hoje, tem gente nova que desconheço
Com heterogeneidade de padrões
Mas todos eles, merecem o meu apreço
Mesmo que sejam diferentes as deflexões

Minha Miranda, foste a última atalaia
Fazes divisa natural com a Espanha
Defendeste nosso país na azagaia
- Demonstrando o vigor de tal façanha.

O rio Douro, serpenteia tua terra
Terras do querido e amado Portugal
O teu castelo e Sé; superou a guerra
Hoje, orgulho do patrimônio nacional.

As belezas naturais que tu encerras,
Transformam meu amor em saudade.
- Onde vivo, tem imensidão de terras
Mas nenhuma, se iguala à tua majestade!

Poema «A terra onde nasci - Miranda do Douro» de Armando A. C. Garcia.

  Informação técnica

Fotografia N.º: 4602

Publicado em: 2022-11-28

Grupo: Paisagens #Landscape

 Câmera: Nikon D90

 Abertura: f 9

 Distância focal: 55 mm (35mm equiv.: 83 mm)

 Velocidade do obturador: 1/1250 sec

 Flash: Não Disparado No flash

  Mais fotografias

Estranheza Perseguição das pombas O feio mitigado Festa possível Quem é fraco cai e faz o que o forte quer Magnólia Imponente e guerreiro Quanta saudade cabe num varal? Sombra é nula na parede rasa Mocidade Escamas lenhosas deiscentes Fazem parte da minha Amo-a duma maneira casta Entra um, sai três Não dou as minhas penas Leucadendron Novelo de lã Invasora, mas com alguma utilidade Baba da sua dor Assim um jardim nasceu

  Escolha da semana

Estive a carregar baterias e sem tempo para fazer a escolha desta semana.
;-)

  Comentários

Existem 11 pontos de vista. Quem será o próximo?
01
S
Steven
em 2022-11-28 03:30

A splendid view atop the sloping and terracing hillside! It balances well with the sky.

02
J
Janita
em 2022-11-28 16:01

Ó terra raina, nome de Mulher
És bela e agreste como deves ser.

Os teus homens vestem-se
De saias rodadas fala enrolada
Pra ninguém perceber nada.

Miranda, Miranda, si tu fueras Carmem
Bailavas, bailavas, sombrero frutado
En un tablado lleno de tu historia.

03
J
Janita
em 2022-11-28 16:03

* Raiana***raiana***raiana.
:P

04
Q
Questuncas
em 2022-11-28 16:08

Esta já é a terceira fotografia seguida que o Remus publica com muito contraste.
Será que o Remus está a travessar uma fase negra?
Por mim pode continuar que estou a gostar muito.

05
J
Janita
em 2022-11-28 19:55

E não é que o Remus já pôs os «trauliteiros» a bailar? :D
Que raio de comentadora esta, pôe-se com parvoíces e nem gaba a belíssima foto transmontana...
Eu gosto desse contraste entre as nuvens claras do céu e as sombras da noite a cairem sobre o monumento e o solo árido, que caracteriza essa zona. :)

06
W
Willem
em 2022-11-28 20:30

A beautiful view and photo in fine monochrome.

07
M
Manu
em 2022-11-28 22:56

Uma terra agreste, negra, mas bonita.

08
L
L Reis
em 2022-12-01 19:30

Há uma certa austeridade e imponência naquela fachada negra que se destaca e que parece mesmo estar de atalaia.
(Só tenho pena daqueles edifícios à direita que destoam de todo o conjunto.)

09
A
Ana Lúcia
em 2022-12-05 16:36

Agreste e distante... fiquei sem saber onde afinal moras. O pb ficou-lhe bem.

10
R
Roadrunner
em 2022-12-06 12:53

Aqui, contrariando o Armando e o seu azul celeste, até que o p&b resultou.

11
R
Remus
em 2023-02-13 19:47

Agradeço a todos que visitaram e deixaram comentários nesta fotografia.

Steven and Willem: Thank you.
Questiuncas: Tem dias. Umas vezes somos mais negros outros dias mais loiros. :-D :-P
Ana Lúcia: Vivo no planeta Terra, que é tão mau tratado. :-S