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Uma história de terror em três palavras: Hoje é segunda.

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Contramundo

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  Geral General    Nikon D90  

Num jardim de Vila Nova da Barquinha, encontrei esta escultura de nome «Contramundo», criada pelo artista plástico Rui Chafes, e que possuía a seguinte descrição para contextualizar a peça:
      «O artista trabalha temas e formas que colam a nossa realidade a um tempo ancestral, e à de um universo próximo, mas diverso. Assim nos obriga a interrogar sobre o que somos e o modo como nos relacionamos com o que nos rodeia.
      Usando, como sempre o ferro pintado de negro, o artista cria aqui, um modelos orgânico de memória imediata, mas tanto mais inquietante quando a sua escala gigantesca. Esta couraça é uma memória, o resto de uma vida perdida, ou esconde um animal ameaçador? Dobrado sobre si mesmo, quase escondido entre as árvores e canaviais do jardim, é ele quem nos coloca em perigo ou somos nós quem o ameaça?»

  Informação técnica

Fotografia N.º: 5020

Publicado em: 2024-04-26

Grupo: Geral #General

 Câmera: Nikon D90

 Abertura: f 5.6

 Distância focal: 48 mm (35mm equiv.: 72 mm)

 Velocidade do obturador: 1/250 sec

 Flash: Não Disparado No flash

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  Comentários

Existem 10 pontos de vista. Quem será o próximo?
01
H
Harry
em 2024-04-27 00:59

to me, this looks like a lage birs such as an ostrich facing away from the camers

02
S
Steven
em 2024-04-27 01:11

Couldn't help but think of a potato bug and how it quickly curls up when touched by an outside force. To answer your question, we are ALWAYS the ones threatening him.

03
L
Lis
em 2024-04-27 01:43

Deparar com esse monstrinho no jardim vai ser bem estranho, até descobrirmos que se trata de uma arte, vai fazer medo.
Meio sinistro, Remus

04
M
Manu
em 2024-04-27 08:14

Há muito que não vou a Vila Nova da Barquinha, quando fui não me lembro de ver essa escultura.
Tenho que lá voltar.

05
J
Janita
em 2024-04-27 12:56

A simbologia dessa escultura ficará sem explicação uma vez que até o seu autor se auto interroga acerca do seu significado.
Para mim, ela assemelha-se muito a um daqueles bichinhos-de-conta com que eu brincava na longas tarde de estio à sombra da parreira do nosso quintal - orgulho do meu avô - mexendo-lhes com um pauzinho.
Quando os pobres bichos se dobravam sobre si mesmos formando uma bolinha, aí, na crueldade da minha inocência, juntava o ponta do polegar com a do dedo médio e dava-lhes um 'piparote' atirando-os para longe... 😏
Mas sabia que eles sobreviveriam, claro!! 😅

06
A
Ana Lúcia
em 2024-04-27 17:04

A mim fez-me lembrar um tatu. :)

07
W
Willem
em 2024-04-28 14:06

A interesting and attractive framed photo.

08
R
Roadrunner
em 2024-04-30 08:38

Vou mais pela segunda hipótese, neste momento não há nada que o humano não ameace, inclusivamente ele próprio.

09
D
Dida
em 2024-05-10 00:24

Faz-me lembrar qualquer coisa. Ou uma coisa qualquer.
Ou seja, faz-nos pensar.

10
R
Remus
em 2024-06-11 19:01

Obrigado por fazerem parte da família do Pontos de Vistas.

Harry, Steven and Willem: Thanks.
Manu: Esta fotografia já tem uns anos valentes. Provavelmente foi lá e ela já não existia.
Janita: Actos de psicopata?! :-P